quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Nordeste Independente
A estudante de direito Mayara Petruso, de São Paulo, inconformada com a vitória de Dilma Rousseff (PT), principalmente por conta da boa votação obtida no Nordeste, resolveu levar a questão política ao extremo. Ela atribuiu a derrota de José Serra (PSDB), seu candidato favorito, à população da região Nordeste. Por isso Mayara publicou mensagens polêmicas e preconceituosas contra os nordestinos em sua página no Twitter (@mayarapetruso) e no Facebook, ambas já deletadas por ela. "Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!", escreveu. Já no Facebook: "Afunda Brasil. Dêem direito de voto pros nordestinos e afundem o país de quem trabalha pra sustentar os vagabundos que fazem filhos pra ganhar o bolsa 171”
RESPOSTA EM VERSOS
Trovador canta as belezas do sertão - Antonio Marinho, poeta Egipciense
Trovador canta as belezas do sertão - Antonio Marinho, poeta Egipciense
O pior é saber, que este preconceito não é apenas um fato isolado, mas permeia o imaginário de uma grande parcela da população brasileira, não que o nordestino perca sua grandeza, tendo em vista ser antes de tudo um forte. No entanto, demonstra o quão este país é desigual. E sem querer ser regionalista, mas sendo apenas por raiva, o Nordeste possui um vasto expoente artístico, cultural, musical e político, de luta, bravura e resistência, seja pelas mazelas naturais, ou pelas naturais mazelas cotidianas. Antes mesmo de qualquer salvo-conduto embutido na industrialização, já existia este solo, que serviu de inspiração para muita gente. Solo este desprezado, castigado e sem oportunidades políticas, numa história de escravidão e exploração desde os primórdios, mas sempre gentil e acolhedor. Conheça o Nordeste e entenderá.
Me criei com cuzcuz e leite quente
Jerimum de fazenda e melancia
Com seis anos de idade eu ja sabia
Quantas rimas se usava num repente
Fui nascido nas mãos da assistente
Na ausencia dos olhos do doutor
Mamãe nunca fez sexo sem amor
Papai nunca abriu mão do seu direito
Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador
(João Paraibano)
Jerimum de fazenda e melancia
Com seis anos de idade eu ja sabia
Quantas rimas se usava num repente
Fui nascido nas mãos da assistente
Na ausencia dos olhos do doutor
Mamãe nunca fez sexo sem amor
Papai nunca abriu mão do seu direito
Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador
(João Paraibano)
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Abaixo-Assinado contra CPMF
Inacreditável como se tem falado em CPMF nos últimos dias, Dilma disse isso, Dilma disse aquilo, enganou o povo e ainda nem assumiu. Pois bem, nesse diapasão surgiu no Senado o seguinte Abaixo-Assinado contra a CPMF. Apesar de entender como mera politicagem, e principalmente como método vingativo de quem perdeu a eleição, assinei. Quem for contra aproveite o link. Clique Aqui
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Cantoria - Louro e Pinto
Encontrei este pequeno documentário sobre Cantoria, e justamente com Louro do Pajéu e Pinto do Monteiro, está dividido em duas partes, e a voz dos cantadores deixa um pouco a desejar, tendo em vista tratar-se de um vídeo de 1969. No entanto serve ao seu proposito, e explica bem a cantoria e suas etapas, além de mostrar dois mestres. Um grifo para a lucidez de Louro, que ao ser perguntado se estava satisfeito com a profissão, respondeu: Estou porque estou vivo, constitui família, se não tenho o supérfluo, mas arrumo o necessário, as sobras não interessam porque também ficam... Se eu fosse bacharel talvez fosse medíocre, só fosse mexido num ambiente restringido. E como cantador sou conhecido no Brasil todo, meu prazer é esse, não tenho ganância, nem inveja, nem ambição, nunca desejei carro nem avião, só dá prazer a quem me ouve, minha satisfação é essa.
Colocando fones de ouvido, melhora bastante.
1ª Parte
2ª Parte
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Poesia - Fernando Pessoa
A um bom tempo, quando as estradas eram de barro, escutei o cd de Zeto, poeta, compositor e cantador que passou por São José do Egito, e que possuia uma grandeza musical e poética imensa. Neste bendito cd existe uma adaptação de Lisbon Revisited de Fernando Pessoa, onde Zeto recita incomumente. Aliás, certa vez Jô Soares atreveu-se, e isto me fez gostar ainda mais desta versão clássica-sertaneja. Infelizmente Zeto faleceu em 2002, mas a sua verve viverá. Sendo assim nada mais justo, do que relembrar esta poesia, que me fez viajar por dois universos tão distintos e ao mesmo tempo tão semelhantes. Um Fernando Pessoa que disse em suas últimas considerações: Ter sempre na memória o mártir Jacques de Molay, Grão-Mestre dos Templários, e combater, sempre e em toda a parte, os seus três assassinos - a Ignorância, o Fanatismo e a Tirania. Viva Zeto, Viva Fernando Pessoa
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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