quarta-feira, 16 de março de 2011

Paulo Matricó



Primeiro Cd de Paulo Matricó, conterrâneo pajeuzeiro de Tabira. Obra Prima difícil de encontrar. Se tem algum comentário a ser feito é o de ser simplesmente perfeito. Um agradecimento especial ao Poeta Jairo que sempre entoa no violão muitíssimo bem todas as vezes que paramos pra beber e escutar músicA em sua essência. Download clicando no imagem.

Música: Cabelo de Milho


Grandiosidade sem tamanho,
menestrel da cultura nordestina.
Comparado somente a si mesmo
por ser único.

Viva Sivuca





...Mas não faz mal
É tão normal ter desamor
É tão cafona sofrer dor
Que eu já nem sei
Se é meninice ou cafonice o meu amor
Se o quadradismo dos meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam o coração como expressão...



Cabelo de Milho

Tanta água no coco e o riacho tão seco e só
O cercado é de toco e o arado é de pedra e pó
Um cansaço na rede e uma sede de se estranhar
Sei lá...
Um olhar pra parede e uma prece pro céu chorar
Sei lá...

Se pudesse o céu chover só a metade do que chove no meu coração
Dava um lago pra beber e o chão virava neve de tanto algodão
Via o trapiá crescer e o gosto de rever moringa na janela
Tanto milho pra colher de nunca mais se ver o fundo da panela...



segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Imaginário

Tenho feito versos, vez por outra. 


Certas noites tenho adormecido acordado
Descobrindo novas pessoas e qualidades
Que possuem sempre as mesmas inverdades
Contadas sem sombra e sem cuidado

Diante de mim mesmo tenho calado
Calado tenho assistido, o filme repetir
São cenas e contornos sempre a subir
O degrau da mesma escada não pisado

Sendo tantos e ao mesmo tempo ninguém
Tenho feito, desfeito e refeito alguém
Que na manhã seguinte não é verdade

Reinvento o inevitável mais uma vez
E perco novamente a sensatez
Criando sempre uma nova realidade

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

I am not dog no

O jornalista Márcio Canuto (TV Globo) fazia uma reportagem no Museu de Zoologia de São Paulo, quando perguntou a um menino o que ele tinha achado do dinossauro.

Como a dicção de Canuto não é das melhores, o garoto não só confundiu os bichos como se sentiu ofendido também…







Via Kibeloco. 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

XÔ "FORRÓ"


Hoje como de costume em um raro momento de nostalgia coletando músicas antigas, me deparo com lembranças e sentimentos bem remotos. Relembrar os bons momentos não é tarefa das mais fáceis, sempre queremos lembrar mais do que a memória nos oferece, e por isso entendo e coloco a música como a segunda melhor invenção humana depois da roda, tendo em vista que o fogo é obra da natureza e mera descoberta. Determinadas músicas guardam momentos que nem mesmo os nossos sentidos mais apurados e bem treinados são capazes. Basta apenas aquele toque inicial seja da sanfona, do teclado ou até mesmo da guitarra no caso dos forrós, que oportunamente os reencontro agora após anos de esquecimento. Talvez esta volta ao passado, seja o inconsciente sufocado pelas composições atuais. Como eram boas as festas de Mastruz, Magníficos, Limão, Nada de Caju, e tantas outras verdadeiras bandas, que ao contrário do que você possa estar pensando não acabaram. Continuam sua saga, porem adaptadas aos aviões, saias e garotas que dizem fazer forró. É tanto danadão, safadão, pipocado, arretado e gordinho que tocam as mesmas músicas que dificilmente você identificaria a banda sem os codinomes dos seus interpretes. Diante de tamanha mudança, me pergunto onde foi que permitimos musicas de bombas nos cabarés, capins e vacas que não vão, não querem e nem podem serem sucesso? Agora eu vos digo como Job Patriota um dia retrucou, ah se o passado voltasse.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mãe, palavra pequenina que cabe o infinito

Ama a tua Mãe

Ama a tua mãe, enquanto a tens e enquanto
O teu sorriso é o seu deslumbramento,
Porque nunca acharás quem te ame tanto
Assim, quem tanto sinta o teu tormento!

Que nunca a deixes ao esquecimento...
Lembra-te sempre, na existência, o quanto
Ela chora contigo este teu pranto,
E sofre muito mais teu sofrimento!

Ama-a, que um dia sentirás, por certo,
A ausência dela e, de saudades mudo,
Sofrerás na aflição deste deserto...

E chamarás, em vão, na estrada agreste
A quem te deu seu sangue, a vida, tudo,
Em troca dos trabalhos que lhe deste !

Autor Desconhecido
(Extraído do Livro A Excelência das Boas Maneiras)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vida Maria

Retornando das férias, bronzeado e bem "sastisfeito" como diria o rei do universo, filho de Gorete, Jonathan Oliveira. Ainda tento entender os últimos acontecimentos no Sudeste e desta forma expressar minha opinião, por isso recomeço com um vídeo que possuo a algum tempo. Os comentários ficam a critério da avaliação pessoal de cada um.


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